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Iridologia é uma ciência que tem como objectivo o estudo da íris e a sua relação com as alterações que ocorrem no nosso organismo, sejam ela orgânicas, metabólicas, nutricionais, nervosas, hormonais, assim como, as influencias psíquicas e emocionais. Isso é possível, através da observação das estruturas das fibras que compõem a Íris e da sua coloração. Todas as partes do nosso corpo estão reflectidas na íris, que é a parte colorida dos olhos. O seu estudo permite revelar muito sobre a saúde do paciente assim como a carga genética que recebeu. Existem registos que o Pai da Medicina, Hipócrates, que viveu por volta de 400 anos a.C, já recomendava que se olhasse sempre na íris do paciente, mas foi no século XIX que o húngaro Ignatz von Peczely desenvolveu o diagnóstico pela íris. Peczely quando criança, brincava com uma coruja que tinha uma perna partida, e percebeu, que em determinado local da íris apareceu um sinal, que gradualmente ia desaparecendo conforme a coruja recuperava. Depois, tornando-se médico, ele começou a observar nos seus pacientes se acontecia aquela “coincidência”; trabalhou no Hospital do Colégio de Medicina, em cirurgia, onde pôde fazer mais comparações; observou, também, que determinados remédios geravam alterações na coloração da íris; e criou, então, o primeiro mapa iridológico. A iridologia não é uma terapia mas sim uma ferramenta de pré-diagnose, estas revelações são possíveis porque na íris encontramos os terminais nervosos do corpo, e, a qualquer alteração, aparece um sinal na área correspondente. As cirurgias não ficam constatadas na íris, porque a anestesia bloqueia o sistema nervoso. Acontece, por exemplo, de o iridólogo ver uma vesícula muito inflamada e a pessoa dizer que não tem mais aquele órgão. Também uma gravidez não se pode constatar, por ser algo natural, que portanto não provoca alteração na íris. |